quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Dia dos Pais - origem
O dia dos pais no Brasil é comemorado no segundo domingo de agosto. Isso faz com que haja uma variação na mesma, caindo em dias diferentes.
A história mais conhecida em comemoração ao dia dos pais é a de William
Jackson Smart, um ex-combatente da guerra civil que perdeu sua esposa
quando os seis filhos eram ainda bem pequenos, criando-os sozinho. Sua
filha Sonora Smart resolveu homenageá-lo, no ano de 1909, em razão da
admiração que sentia, por este ter dedicado sua vida aos filhos e ter
conseguido criá-los muito bem. A data escolhida foi a de nascimento de
Willian, dezenove de junho.
Aos poucos a data passou a ser difundida a outras famílias da cidade
onde moravam, no estado de Washington, sendo espalhada por todo país,
até que o presidente Richard Nixon tornou-a oficial.
Porém, o primeiro registro de homenagem a um pai surgiu na antiga
Babilônia, há mais de quatro mil anos, onde um jovem modelou e esculpiu
um cartão para seu pai, desejando sorte, saúde e muitos anos de vida.
Nos Estados Unidos a data ficou estabelecida para ser comemorada no
terceiro domingo de junho, assim como África do Sul, México, Canadá,
França, Turquia, Venezuela, dentre outros. Na Austrália e Nova Zelândia a
comemoração acontece no primeiro domingo de setembro; na Rússia, no dia
vinte e três de fevereiro; na Tailândia, no dia cinco de dezembro; e na
Itália, no dia 19 de março, dia de São José.
A data passou a ser comemorada no Brasil a partir de 1953. Várias
entidades da imprensa se juntaram a fim de promover um concurso onde
homenageariam três tipos de pais: o pai com maior número de filhos, o
pai mais jovem e o pai mais velho. Os vencedores foram um pai com trinta
e um filhos, um pai de 16 anos e um pai com 98 anos.
Ao se tornar pai, o homem passa a ter responsabilidades com seus
filhos, devendo sustentá-los de forma digna, dar-lhes atenção, amor,
carinho e proteção.
Segundo a Constituição Federal do Brasil, de 1988, o pai tem direito a
cinco dias de licença após o nascimento de seus filhos, onde terá tempo
para auxiliar a mãe do recém-nascido e fazer o registro do mesmo, em
cartório.
O sucesso da comemoração dessa data é muito grande, movimentando
bastante o comércio, pois os filhos oferecem presentes aos seus
progenitores. Neste dia, os pais recebem atenção e carinho, tornando a
data um dia diferente e muito especial para todos.
Jussara de Barros
Pedagoga
Pedagoga
quinta-feira, 20 de junho de 2013
História do Cinema Brasileiro
Em 1896, chegaram ao Rio de Janeiro aparelhos de projeção cinematográfica, em 1898, foram realizadas as primeiras filmagens
no Brasil. Somente em 1907, com o advento da energia elétrica
industrial na cidade, o comércio cinematográfico começou a se
desenvolver.
Nesta fase predominou filmes
de reconstituição de fatos do dia-a-dia. A partir de 1912, das mãos de
Francisco Serrador, Antônio Leal e dos irmãos Botelho eram produzidos
filmes com menos de uma hora de projeção, época em que o cinema nacional
encarou forte crise perante o domínio norte-americano nas salas de
exibição, os cine-jornais e documentários é que captavam recursos para
as produções de ficção.
Em 1925, a qualidade e o ritmo das produções aumenta, o cinema mudo brasileiro se consolida e os veículos de comunicação da época inauguram colunas para divulgar o nosso cinema. Entre os anos 30 e 40, o cinema falado abre um reinício para a produção nacional que limita-se ao Rio em comédias populares, conhecidas como chanchadas musicais que lançaram atores como Mesquitinha, Oscarito e Grande Otelo. A década de 30,foi dominada pela Cinédia e os anos 40 pela Atlântida.
No período de 1950 a 1960, em São Paulo, paralelo à fundação do Teatro Brasileiro de Comédia e abertura do Museu de Arte Moderna, surge o estúdio da Vera Cruz que através de fortes investimentos e contratação de profissionais estrangeiros busca produzir no Brasil, uma linha de filmes sérios, industrial, com uma preocupação estético-cultural hollywoodiana e com a participação de grandes estrelas como Tônia Carreiro, Anselmo Duarte, Jardel Filho, entre outros. A Vera Cruz tinha uma produção cara e de qualidade, mas faltava-lhe uma distribuidora própria e salas para absorver a sua podução, uma de suas produções foi premiada em Cannes, o filme Cangaceiro, de Lima Barreto.
Em oposição às produções paulistas e cariocas, surgem cineastas independentes que a partir da década de 60, buscam manter a pretensão artística da Vera Cruz, como por exemplo Walter Hugo Khouri, e uma esfera neo-realista, com o filme “Rio 40°” de Nelson Pereira dos Santos. Nesta fase há o fenômeno de filmes feitos na Bahia, por baianos e sulistas, como o “Pagador de Promessas”, é o surgimento do Cinema Novo, moviemento carioca que abarca o que há de melhor no cinema nacional, época de intensa produção e premiação de nomes como os de Glauber Rocha, Serraceni, Ruy Guerra, entre outros.
http://www.infoescola.com/cinema/historia-do-cinema-brasileiro/ma-brasileiro/
Em 1925, a qualidade e o ritmo das produções aumenta, o cinema mudo brasileiro se consolida e os veículos de comunicação da época inauguram colunas para divulgar o nosso cinema. Entre os anos 30 e 40, o cinema falado abre um reinício para a produção nacional que limita-se ao Rio em comédias populares, conhecidas como chanchadas musicais que lançaram atores como Mesquitinha, Oscarito e Grande Otelo. A década de 30,foi dominada pela Cinédia e os anos 40 pela Atlântida.
No período de 1950 a 1960, em São Paulo, paralelo à fundação do Teatro Brasileiro de Comédia e abertura do Museu de Arte Moderna, surge o estúdio da Vera Cruz que através de fortes investimentos e contratação de profissionais estrangeiros busca produzir no Brasil, uma linha de filmes sérios, industrial, com uma preocupação estético-cultural hollywoodiana e com a participação de grandes estrelas como Tônia Carreiro, Anselmo Duarte, Jardel Filho, entre outros. A Vera Cruz tinha uma produção cara e de qualidade, mas faltava-lhe uma distribuidora própria e salas para absorver a sua podução, uma de suas produções foi premiada em Cannes, o filme Cangaceiro, de Lima Barreto.
Em oposição às produções paulistas e cariocas, surgem cineastas independentes que a partir da década de 60, buscam manter a pretensão artística da Vera Cruz, como por exemplo Walter Hugo Khouri, e uma esfera neo-realista, com o filme “Rio 40°” de Nelson Pereira dos Santos. Nesta fase há o fenômeno de filmes feitos na Bahia, por baianos e sulistas, como o “Pagador de Promessas”, é o surgimento do Cinema Novo, moviemento carioca que abarca o que há de melhor no cinema nacional, época de intensa produção e premiação de nomes como os de Glauber Rocha, Serraceni, Ruy Guerra, entre outros.
http://www.infoescola.com/cinema/historia-do-cinema-brasileiro/ma-brasileiro/
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Alguns descritores de Matemática
D1)
Identificar a
localização e movimentação de objeto em mapas, croquis e outras
representações gráficas.
Para
trabalhar a localização de objetos ou pontos em mapas, croquis e
outras representações gráficas é necessário que o educando tenha
consciência de sua localização em relação cidade, país ou mesmo
a escola onde estuda.
D2)
Identificar propriedades comuns e diferenças entre poliedros e
corpos redondos, relacionando figuras tridimensionais com suas
planificações.
Para
que o aluno possa ter confiança em identificar a planificação de
uma figura é necessário que os mesmos possam ter contato com as
figuras em forma de objeto. É importante lembrar que cada figura tem
a sua planificação própria e a esfera não pode ser planificado.
D3)
Identificar propriedades comuns e diferenças entre figuras
bidimensionais pelo número de lados, pelos tipos de ângulos.
Os alunos precisam conhecer as
figuras planas e sua utilização na formação de outras figuras
como poliedros e corpos redondos. Unindo as arestas de seis quadrados
podemos formar o cubo. Quadrados e retângulos formam paralelepípedo.
Triângulos juntos a figuras regulares podem forma pirâmide.
Quadrados, retângulos e círculos formam cilindros. Etc.
Leve
seu aluno a descobrir o que pode ser uma figura unidimensional,
bidimensional ou tridimensional.
Unidimensional é quando
olhamos para um objeto e só vimos um lado ou apenas uma linha
indicando que ali pode ter uma tabua, folha de papel, etc.
Bidimensional
é quando podemos encontrar dois lados em um objeto ou um plano, por
exemplo, ao olhar a capa de um livro, a parede de uma casa, um muro,
etc.
Tridimensional
é quando pode se visualizar três lados de uma figura, ou seja, você
precisa normalmente olhar no canto de um sólido para visualizar três
de suas faces.
D4)
Identificar quadriláteros observando as posições relativas entre
seus lados (paralelos, concorrentes, perpendiculares).
D5)
Reconhecer
a conservação ou modificação de medidas dos lados, do perímetro,
da área em ampliação e/ou redução de figuras poligonais usando
malhas quadriculadas.
Neste
caso o aluno precisa ter noção de como fazer medidas não
convencionais, mais sim usando comparações em malhas quadriculadas.
D6
–
Estimar a medida de grandezas utilizando unidades de medida
convencionais ou não
Neste
descritor estudaremos as diversas formas de medidas;
Convencional:
usamos polegada e metro.
Metro
é o sistema de medida usado na maioria dos países, onde o mesmo é
divido em centímetro e milímetro.
Normalmente
a medida das pessoas será metro e fração do metro, objetos
pequenos tem centímetro e fração do centímetro que é o
milímetro.
Exemplos:
A altura de Pedro é de 1,76
metro.
Ou seja, Pedro tem um metro e setenta e seis centímetros de altura.
Meu lápis mede 20,2 centímetros. Ou seja o lápis mede vinte
centímetro e dois milímetro.
Entende-se
que medidas convencionais são aquelas que cada objeto é medido e
tem o seu valor real em qualquer lugar, desde que a unidade seja a
mesma.
Não-Convencional:
São
medidas que não são exatas, vai pelo tamanho do objeto que está
sendo usa para medir.
Exemplos:
Palmo, pés, jarda, braça e etc.
No
livro didático este assunto é encontrado em noções de medidas.
D7) Resolver
problemas significativos utilizando unidades de medida padronizadas
como km/m/cm/mm, kg/g/mg, l/ml
Neste
caso as medidas são padronizadas, ou seja, são usadas para medir
comprimento e massa.
Metros,
tem como múltiplos quilometro, hectômetro, decâmetro e
submúltiplos decímetro, centímetro e milímetro, (é usado como
medida de comprimento).
Quilograma,
tem como
múltiplos tonelada, hectoquilos, decaquilos e submúltiplos
hectogramas, decagramas, grama e miligrama. (é usada para medir
massas ou seja objetos que tenha peso).
Litros,
tem como múltiplos quilolitros, hectolitros e decalitros, como
submúltiplos decilitro e mililitros. ( serve para medir líquidos
com menos densidades).
D9)
Estabelecer relações entre o horário de início e término e/ou
o intervalo da duração de um evento ou acontecimento.)
Toda
criança sabe quantos anos ela tem, e a ideia de longe ou perto de
acontecer alguma coisa, se está rápido chega logo se está devagar
vai demora. Ele precisa saber que:
D10)
Num problema, estabelecer trocas entre cédulas e moedas do sistema
monetário brasileiro, em função de seus valores. Deve ser estudado
no conteúdo sobre sistema monetário vigente no país, (use dinheiro
de papel para ajudar os alunos.
O
aluno ter certeza de que quando ele troca uma cédula de R$ 20,00, o
mesmo pode receber o valor de varias maneiras, tais como:
- Duas cédulas de R$ 10,00;
- Uma cédula de R$10,00 e duas cédulas de R$ 5,00;
- Quatro cédulas de R$ 5,00;
- Uma cédulas de R$ 10,00 e cinco de R$ 2,00;
- Duas cédulas de R$ 5,00 e cinco de R$ 2,00;
- Dez cédulas de R$ 2,00;
- Vinte moedas de R$ 1,00;
- Quarenta moedas de R$ 0,50;
- Oitenta moedas de R$ 0,25;
- Duzentas moedas de R$ 0,10;
- Muitas outras formas de montas vinte reais.
D11) Resolver problema
envolvendo o cálculo do perímetro de figuras planas, desenhadas em
malhas quadriculadas.
No conteúdo de sala de aula,
o professor adquiri folhas quadriculadas. Determina o valor de cada
quadro. Pede os alunos para desenharem figuras planas com valores
determinado para cada lado.
D12) Resolver problema
envolvendo o cálculo ou estimativa de áreas de figuras planas,
desenhadas em malhas quadriculadas.
Neste caso além de conhecer o
valor de cada quadro, precisará também fazer a união de partes de
quadros para formar inteiro.
D13) Reconhecer e utilizar
características do sistema de numeração decimal, tais como
agrupamentos e trocas na base 10 e princípio do valor posicional.
Precisamos levar os educandos
a reconhecer valores e suas posições, escrever números altos e
lê-los de forma correta.
Lembrando que a posição de
cada algarismo é fundamental para que o aluno possa entender e
separar algarismos; no CDU.
Exemplos:
- Colocando o números 5940, podemos afirmar que o mesmo fica entre os números 4957 e 6749.
- O sucessor e antecessor de 7594 são, 7593 e 7595.
D14) Reconhecer e utilizar
características do sistema de numeração decimal, tais como
agrupamentos e trocas na base 10 e princípio do valor posicional.
Precisamos levar os educandos
a reconhecer valores e suas posições, escrever números altos e
lê-los de forma correta.
Lembrando que a posição de
cada algarismo é fundamental para que o aluno possa entender e
separar algarismos; no CDU.
D15)
Identificar a localização de números naturais na reta Numérica.
Os números
naturais devem ser identificados em sequencia ou não.
Análise
Os números aparecem de 10 em 10 e apenas o primeiro e o último estão escritos. A tarefa é supor quais são os demais.
Orientações
Apresente desafios com vários graus de exigência. Por exemplo: completar retas com sequências de números naturais ou racionais, com quantidade variada de algarismos, organizados em diferentes intervalos (de 2 em 2, de 5 em 5, de 10 em 10, de 100 em 100 etc.). Outra opção é organizar os alunos em duplas para que decidam como construir uma reta para que os colegas competem.
D16 – Reconhecer a
decomposição de números naturais nas suas diversas ordens.
Análise
Não há nada explicitado em um número que dê pistas das operações de adição e multiplicação que, de fato, o compõem. Por isso, é preciso saber observar as regularidades, o registro e a reflexão sobre o sistema de numeração para conseguir dar conta dos dois itens.
Orientações
Há certas características do nosso sistema de numeração que podem ser abordadas quando se coloca o foco nas suas regularidades: as regras de formação dos números são as mesmas para todos os intervalos da série numérica. O trabalho com tabelas de números - com diferentes ordens de grandeza - ordenados por filas e colunas favorece a identificação da série numérica na escrita, na leitura e na sua ordenação. Outra possibilidade são as situações em que os alunos explorem diversos sistemas de numeração - posicionais, não posicionais, aditivos, multiplicativos e decimais - e analisem suas características com a finalidade de compará-los com o sistema de numeração posicional decimal. Você pode centrar a análise na quantidade de símbolos, no valor absoluto e relativo deles, nas operações envolvidas, no uso do zero etc.
Prova Brasil e Saeb
Prova
Brasil e Saeb 2011
O objetivo do Saeb/Prova
Brasil é realizar um diagnóstico dos sistemas educacionais
brasileiros. As informações produzidas por essa avaliação visam
subsidiar a formulação, reformulação e monitoramento das
políticas públicas educacionais nas esferas municipal, estadual e
federal, contribuindo para a melhoria da qualidade, equidade e
eficiência do ensino.
As escolas avaliadas pelo
Saeb/Prova Brasil dividem-se em dois grupos: as que foram avaliadas
censitariamente e as que foram avaliadas amostralmente, por sorteio.
Na edição de 2011, 55.924 escolas públicas participaram da parte
censitária, a chamada Prova Brasil, e 3.392 escolas públicas e
particulares participaram da parte amostral.
O primeiro grupo de escolas
recebeu aplicação censitária em turmas de 5º e 9º anos do ensino
fundamental público, nas redes estaduais, municipais e federais, de
área rural e urbana, desde que a escola possuísse no mínimo 20
alunos matriculados em cada série avaliada. Para esse grupo, os
resultados são divulgados por escola.
Já a parte amostral da
avaliação abrangeu escolas com 10 a 19 alunos de 5º e 9º anos do
ensino fundamental das redes públicas; escolas com 10 ou mais alunos
de 5º e 9º anos do ensino fundamental das redes privadas; e escolas
com 10 ou mais alunos da 3ª série do ensino médio das redes
públicas e privadas do país.
A metodologia do Saeb/Prova
Brasil baseia-se na aplicação de testes padronizados de Língua
Portuguesa e Matemática e de Questionários Socioeconômicos a
estudantes de 5º ano e 9º ano do Ensino Fundamental e 3ª série do
Ensino Médio. Além dos estudantes, diretores e professores também
preechem ao Questionário Socioeconômico.
O plano amostral do Saeb/Prova
Brasil permite que os resultados sejam apresentados para cada
município, Unidade da Federação, Região e para o Brasil como um
todo, por dependência administrativa, localização e área em cada
uma das agregações possíveis.
Resultados
da edição 2011
Na edição de 2011, a
divulgação dos resultados tomou como referência o Censo Escolar
2011, publicado em 19 de dezembro de 2011 na Portaria MEC n.º 1.746.
Isto é, somente as escolas declaradas no Censo Escolar 2011 têm
seus resultados divulgados. Para mais informações, acesse a Nota
Explicativa.
Os gestores educacionais
tiveram acesso aos resultados preliminares do Saeb/Prova Brasil 2011
em 4 de junho de 2012. Apenas diretores de escola e secretários
municipais e estaduais de educação puderam conhecer os resultados
preliminares de suas escolas e redes de ensino e, de 4 a 13 de junho
de 2012, puderam interpor recursos junto ao Inep.
Os resultados finais da edição
2011 do Saeb/Prova Brasil foram publicizados em 15 de agosto de 2012.
Acesse
o Sistema de Divulgação.
Para interpretar os resultados
do Saeb/Prova Brasil, é preciso observar o desempenho de sua escola,
município ou estado na Escala
de Proficiência do Saeb.
Com base nas Escalas de Proficiência, é possível observar as
habilidades que são agregadas pelo conjunto de estudantes da escola
ou rede no decorrer da trajetória escolar.
Além da divulgação das
médias do Saeb/Prova Brasil 2011 no Sistema de Divulgação, o Inep
disponibiliza a sinopse "Saeb/Prova
Brasil 2011: primeiros resultados".
Trata-se de um conjunto de tabelas que apresentam:
- as médias de desempenho total por etapa e disciplina.
- a distribuição do desempenho dos estudantes por nível da Escala do Saeb/Prova Brasil.
As médias de desempenho e a
distribuição do desempenho dos estudantes por nível foram
calculadas considerando o Plano Amostral da avaliação em 2011, que
englobou as escolas que participaram da parte amostral (3.392 escolas
públicas e particulares) assim como aquelas que participaram da
parte censitária, chamada Prova Brasil (55.924 escolas).
A sinopse "Saeb/Prova
Brasil 2011: primeiros resultados" fornece informações para
Unidade da Federação, Região e Brasil, e tem como objetivo ampliar
o entendimento e as análises possíveis a respeito dos resultados do
Saeb/Prova Brasil 2011.
BANDEIRA DO ESTADO DO PARÁ
BANDEIRA DO ESTADO DO PARÁ
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A bandeira que representa oficialmente o Estado do Pará foi
aprovada pela Câmara Estadual em 3 de junho de 1890, por proposta apresentada
pelo deputado Higino Amanajás.
Ela tremulou, pela primeira vez, por ocasião da adesão do Pará à
República do Brasil, em 16 de novembro de 1889, como símbolo do Clube
Republicano Paraense. Alguns meses depois, no dia 10 de abril de 1890, o
Conselho Municipal, por proposição do seu presidente, Artur Índio do Brasil,
aprovou projeto fazendo do distintivo do Clube, a bandeira do município de
Belém.
O decreto que finalmente transformou a bandeira municipal em bandeira do Estado, manteve os mesmos simbolismos, e teve o seguinte teor:
"O Congresso Legislativo do Estado do Pará decreta:
Art. 1º - Fica considerada como Bandeira do Estado do Pará a que servia de distintivo ao Clube Republicano Paraense, antes da proclamação da República, e que em sessão de 10 de abril de 1890 foi adotada como Bandeira do Município.
Art. 2º - Renovam-se as disposições em contrário"
SIMBOLISMO
A faixa branca é a faixa planetária e representa o Zodíaco
"projetada como um espelho horizontal". Lembra o nosso equador visível e o
gigantesco Rio das Amazonas.
A estrela pertence à constelação da Virgem e é de primeira
grandeza. Chama-se Spica, e simboliza o destaque do Pará na linha equatorial,
visto que, na Bandeira Nacional, o nosso Estado goza de situação privilegiada
sobre a faixa "Ordem e Progresso".
O vermelho é a força do sangue paraense, que corre nas veias
como um verdadeiro espirito de luta harmonizada, dando provas da dedicação dos
nossos patriotas nas causas da adesão do Pará à Independência e à República,
realizadas em 15 de agosto de 1823 e 16 de novembro de 1889,
respectivamente.
A autoria da bandeira é atribuída ao republicano Philadelfo
Condurú.
Fonte: Governo do Estado do
Pará
(informações gentilmente cedidas, em 09/01/2001, pela Assessora da Coordenadoria
de Comunicação do Governo do Estado do Pará)
Bandeiras estaduais do Brasil
Instituído há apenas 15 anos, o desenho já existia quando o Acre era um território brasileiro, e não um estado. Apenas a “estrela solitária” foi acrescentada depois, para representar a participação do estado no País. Tem a cor vermelha como simbologia da luta para a anexação ao Brasil.
Para as faixas foram escolhidas as três cores da Revolução Francesa, que representam os ideais de Liberdade, Igualdade e Fraternidade. O brasão central remete às riquezas do estado: cana-de-açúcar, algodão e pesca. São três garoupas em homenagem às três principais lagoas da região: Mundaú, Manguaba e Jequiá.
O símbolo gráfico à esquerda tem o formato exato da Fortaleza de São José, a maior da América Latina. A construção está ligada à história do estado porque foi a principal responsável pelo desenvolvimento da capital Macapá.
São 25 estrelas porque na data de criação, em 1897, eram 25 os municípios do estado. A bandeira informal continha apenas o azul e o branco. Entrou o vermelho, cor de combate, pois naquele ano a bandeira seria levada pelo batalhão militar amazonense para a Guerra de Canudos, na Bahia.
A bandeira tem as cores da Revolução Francesa e o triângulo, que, apesar de poder ser entendido como a Santíssima Trindade, também era usado pela maçonaria para representar os ideais de Liberdade, Igualdade e Fraternidade. Foi criada para ser estandarte do Partido Republicano no estado.
Usar o modelo nacional com a arma do Ceará na esfera foi iniciativa de um cidadão patriota, na falta de um símbolo estadual. Mais tarde o estado adotou a ideia dele. No brasão central destacam-se o farol, que representa Fortaleza, a jangada, símbolo do cearense, e a carnaúba, para lembrar da importância do extrativismo.
Apesar de nada usuais, as cores do estandarte capixaba foram escolhidas por serem as mesmas do manto da padroeira da capital, Nossa Senhora de Vitória. A inspiração religiosa fica clara também na frase central. É inspirada na doutrina de santo Inácio de Loyola, fundador da Companhia de Jesus: “Trabalha como se tudo dependesse de ti e confia como se tudo dependesse de Deus.”
De inspiração norte-americana, a bandeira goiana traz no canto superior esquerdo o cruzeiro do sul, constelação bem visível no céu do estado. O poeta Joaquim Bonifácio de Siqueira, que organizou o desenho em 1919, é autor também do hino de Goiás.
Não há dúvidas de que o poeta Sousândrade, republicano fervoroso, tenha se baseado na bandeira dos Estados Unidos, onde morou, para criar a do seu estado. Justifica-se as cores como a união das etnias: branca, negra e indígena. Sousândrade foi importante poeta, mas acabou pobre e considerado louco.
É uma das bandeiras mais antigas do Brasil. Criada pouco depois da Proclamação da República pelo presidente da província, reorganiza o desenho e as cores do estandarte nacional. A ideia de usar a estrela que representa o Mato Grosso na bandeira brasileira é repetida em vários outros estados.
O autor de uma das nossas bandeiras mais ousadas, Mauro Miguel Munhoz, explicou assim o desenho: “Entre o verde e o azul, na convergência prática de todas as nossas atitudes, nós somos a faixa branca do porvir, a alvidez serena da amizade entre os povos”.
Criação dos inconfidentes, ainda no século 18, para ser a bandeira da república que planejavam. No interrogatório a que Tiradentes foi submetido antes da forca, parguntaram qual o significado do triângulo que idealizou. Ele responde: “a Santa Trindade”. Alguns historiadores acreditam que ele tivesse pouco conhecimento da nomenclatura católica, “Santíssima Trindade”, e que o símbolo estivesse ligado à maçonaria.
Não é fato conhecido no resto do País, mas em Belém havia forte corrente republicana ainda no Império. No mesmo ano da proclamação da República a bandeira dessa corrente, o Clube Republicano Paraense, tremulou como símbolo do estado. A faixa branca remete tanto à linha do Equador quanto ao rio Amazonas.
A palavra “nego” representa a negação do governador João Pessoa a apoiar os velhos oligarcas de sempre, paulistas e mineiros, à presidência da República nos anos 1920. Pouco depois, quando seu candidato Getúlio Vargas chegava ao poder, João Pessoa era assassinado. O crime passioinal não teve ligação com política, mas o nome da capital e a bandeira do estado mudaram em sua homenagem. A faixa preta simboliza o luto.
A faixa branca que corta o retângulo verde está relacionada ao Trópico de Capricórnio que atravessa o Paraná. A exemplo da bandeira nacional, a esfera celeste ao centro tem a mesma inclinação do céu visto em Curitiba na data da criação do estado, 29 de agosto de 1853.
Quando revolucionários proclamaram uma república em Pernambuco em pleno Império português, o símbolo que criaram para a nação tremulou por pouco tempo - logo o movimento foi abafado pelas tropas monarquistas. Cem anos depois, em 1917, o estado lembrou do feito e adotou a bandeira dos republicanos adiantados.
A data abaixo da estrela só foi inserida na bandeira em 2005. Nada tem a ver com a criação do estado, mas sim com um episódio acontecido no território piauiense. A batalha de Jenipapo, em 13 de março de 1823, garantiu que o Norte do País aderisse à Independência do Brasil.
A bandeira foi adotada apenas em 1965. Abriga ao centro o brasão do estado, que tem a inscrição: “Recte Rempublican Gerere” (gerir a coisa pública com retidão, em latim). O desenho remete à baixada fluminense e ao litoral. As montanhas têm a silhueta da Serra dos Órgãos, com destaque para o pico Dedo de Deus.
Acredite: o planejamento da bandeira potiguar é obra do patrono maior deste almanaque, o folclorista Câmara Cascudo (1898 - 1986). Foi instituíta em 1957 para abrigar o brasão do estado. A jangada, no centro da arma, é cercada por espécies de coqueiro, carnaúba, cana-de-açúcar e algodão.
Assim como Pernambuco, o Rio Grande do Sul resgatou a bandeira que os farropilhos criadores da República Rio-Grandense haviam criado, em 1835. Os revolucionários, no entanto, não deixaram nenhuma explicação para as cores. A única modificação em relação ao antigo símbolo é que o brasão do estado foi adicionado no centro.
O símbolo rondoniense foi escolhido em um concurso público de 1981. O vencedor foi um arquiteto da capital, Sílvio Carvajal Feitosa. Sintetiza a criação do estado: “é a mais nova estrela brilhando no céu da União”, explicou o autor
A maior parte de Roraima fica acima da linha do Equador, que corta o Estado. É essa a simbologia da faixa vermelha na parte de baixo da bandeira. O estandarte é dos mais recentes, instituído em 1996.
Durante o Estado Novo, ditadura de Getúlio Vargas, as bandeiras estaduais foram queimadas. Depois de oito anos proibidas, puderam voltar a tremular em 1945. A de Santa Catarina foi a única a mudar de versão, depois do intervalo. Antes o centro do losango era preenchido por estrelas amarelas, cada uma representando um município
Essa era a proposta do republicano Júlio Ribeiro para ser o estandarte nacional: “Ela simboliza de modo perfeito a gênese do povo brasileiro, as três raças de que se compõe - branca, preta e vermelha”. Rejeitada na época, acomodou-se para o estado de São Paulo. Lê-se em decreto: “Significa que noite e dia [campo burelado de preto e branco] nosso povo está pronto para verter o seu sangue [cantão vermelho] em defesa do Brasil.”
As estrelas aqui representam os principais rios do estado: Sergipe, Vaza-Barris, São Francisco, Poxim e Cotinguiba. A criação da bandeira é de um antigo industrial que queria identificar seus barcos como sergipanos. O desenho dele criou popularidade e depois foi oficializado.
Apesar de ser o mais recente estado brasileiro, a bandeira não é a mais nova - foi criada em 1989. A intenção ao se colocar o sol centralizado era passar a ideia de que o jovem estado seria terra de oportunidades para todos
Foi Guilherme de Almeida, poeta concretista, quem elaborou a atual bandeira do Distrito Federal. A Cruz de Brasília, ao centro, simboliza a herança indígena e a força que emana do centro em todas as direções.
quinta-feira, 23 de maio de 2013
As Novas Tecnologias Digitais, As Crianças e a Educação
As novas tecnologias
digitais são responsáveis por uma verdadeira revolução na sociedade
brasileira e, por que não dizer, no mundo inteiro. O acesso à tecnologia
é cada dia mais fácil, devido a fatores como preço dos equipamentos,
facilidade de uso e sua portabilidade (os equipamentos são cada vez
menores).
Hoje, é
comum que jovens e crianças manipulem aparelhos celulares, ipod, MP4,
MP5 e outros correlatos. Tais equipamentos permitem ao usuário
fotografar, criar vídeos, gravar conversas, armazenar músicas, dados
etc.
De posse
dessas tecnologias, crianças e adolescentes - não só eles, mas
principalmente eles - estão modificando seu relacionamento com a mídia
tradicional. Deixaram de ser meros consumidores ou receptores de imagens
e notícias e assumem o perfil de produtores de imagens e de editores de
notícias, enfim, são emissores.
Sem
dúvida que o cenário descrito acima enseja certo otimismo e aponta
caminhos interessantes para o uso consciente e qualitativo das mídias e,
em particular, para seu uso no campo da educação.
As
escolas podem e devem se apropriar das tecnologias digitais para
desenvolverem projetos pedagógicos, filmar e editar seus vídeos, fazer
registros fotográficos das atividades, gravar digitalmente os conteúdos
mais significativos, etc. Aliás, isto já está acontecendo em muitas
escolas.
No Estado
do Pará, podemos citar alguns exemplos em que as escolas, alunos e
professores estão envolvidos em projetos relacionados às Tecnologias de
Informação e Comunicação –TIC, entre os quais destacamos: o I Concurso
Estadual de Blogs Educativos, no qual já ocorreram as etapas de
Castanhal, Bragança, Santarém, Marabá, e ainda faltam as de Tucuruí e Belém. Após essas etapas regionais, ocorrerá a etapa estadual.
Os
blogs das escolas ilustram perfeitamente como deve ser o uso
inteligente e criativo das tecnologias digitais. Nos blogs podemos
analisar muitos vídeos, fotografias, textos de autoria de alunos e
professores; conteúdos relevantes para a formação integral do cidadão.
Para conhecer vários desses blogs, basta acessar o blog da CTAE http://ctaeseducpa.wordpress.com/
Outro
bom exemplo é o projeto Educarede promovido pela empresa Telefônica. No
portal Educarede está em desenvolvimento o projeto Minha Terra: Aprender a Inovar.
Nele, as escolas são instigadas a produzirem vídeos, fotografias,
textos... sobre sua realidade local e depois postar os conteúdos
produzidos na internet no próprio Portal Educarede, nos blogs das
escolas e até no YouTube. Em Belém e Ananindeua, temos cerca de 22
escolas participantes da iniciativa do Educarede; essas escolas estão
sendo orientadas e acompanhadas pela equipe de professores formadores do
Núcleo de Tecnologia Educacional Profº. Washington Luis B. Lopes – NTE
Belém. Alguns destes trabalhos já produzidos estão disponíveis no blog
do NTE Belém http://ntebelempa.blogspot.com/2009/10/resultados-educarede.html
Outro exemplo é o Projeto Aluno Repórter (http://alunoreporter.com.br/) desenvolvido por professores e alunos de Bragança, coordenado pelo NTE Bragantino (http://ntebragantino.wordpress.com/). Com o projeto os alunos aprendem técnicas da radiodifusão e participam de programas ao vivo na rádio educadora de Bragança.
Ainda temos as oficinas de inclusão digital do Projeto Escola de Portas Abertas, o projeto Aluno Argonauta (http://alunosargonautas.jimdo.com/), Aluno Integrado e os cursos de Formação de Professores dos NTEs etc.
São
exemplos de iniciativas com uso das tecnologias, embasadas em propostas
pedagógicas sólidas, com objetivos claros a serem atingidos e que
promovem o diálogo entre educadores e alunos, ação conjunta de ambas as
partes envolvidas em projetos de construção de conhecimentos e
experimentação de cidadania.
Entretanto,
nenhuma das iniciativas, reveladas até aqui, ocupou o tempo dos grandes
noticiários da imprensa local, ao contrário, o olhar da grande mídia
prefere sempre expor as mazelas da escola pública. O último grande
exemplo foi o episódio protagonizado por três jovens de uma escola
pública de Belém. É preciso questionar, por que o uso inteligente e produtivo das tecnologias não é notícia e o uso inadequado ou ingênuo vira um espetáculo midiático?
É
preciso que nós educadores, continuemos nos apropriando cada vez mais
de conhecimentos para a ampla utilização das ferramentas tecnológicas
disponíveis nos dias atuais, criando possibilidades de uso dessas
tecnologias que aguce no aluno o interesse pela pesquisa
dentro e fora da escola, desenvolvendo no educando, as capacidades de
interpretação, síntese e criticidade, uma vez que, a escola é o espaço
apropriado para ensinar como as pessoas devem se portar diante das
tecnologias que fazem parte de seu cotidiano. Perguntamos: “será que
esses estudantes envolvidos sabem, por exemplo, que a pessoa que tiver
armazenado o vídeo em seu celular, pendrive ou computador poderá ser
preso em flagrante acusado de pedofilia. Veja o que determina o ECA – Estatuto da Criança e Adolescente:
Segundo
o ECA quem produz, dirige, fotografa, filma, contracena com crianças ou
adolescentes – menores de 18 anos – em cena de nudez ou sexo explicito
está sujeito às sanções referentes à pornografia infantil. E ainda, quem
publica e armazena o conteúdo pornográfico também é enquadrado na Lei
11.829. A pessoa pode ser presa em flagrante delito se for pega com o
celular ou qualquer meio eletrônico em que a imagem esteja armazenada. A
pena varia de um a quatro anos de detenção e multa.
Sustentamos
a seguinte opinião: não é por causa do recente episódio ocorrido em uma
de nossas escolas que se deve proibir o uso do celular ou de qualquer
outra tecnologia na escola. Concordamoos com Sérgio Amadeu, pesquisador
brasileiro de comunicação mediada por computador e autor dos livros
“Exclusão digital” e “A miséria na era da informação”, quando diz que
não faz sentido proibir que estudantes tenham acesso a um meio de
comunicação na escola que cada vez mais vai adquirir importância na
sociedade. Ao contrário “se agente tem problemas do uso inadequado nas
escolas, esse é um bom lugar para ensinar como as pessoas devem se
portar com o celular”. Amadeu ressalta ainda que nenhuma tecnologia
substitui a ética e nem a reflexão consciente do uso dessa tecnologia.
E
assim, finalizamos com um apelo a todos os professores e escolas, que
juntos pensemos em projetos de aplicação das TIC que apontem não só para
encurtar espaços físicos, bem como integrar as pessoas em seu espaço
urbano, e refletirmos no que diz Dr.Rogério da Costa em entrevista ao
Educarede, realizada em março de 2009, que o importante não é apenas o
tipo de projeto realizado, mas o esforço em estabelecer um novo
paradigma para as tecnologias da comunicação: elas podem servir para que
as pessoas façam um uso inteligente do espaço onde vivem que possam
integrar seus hábitos e atitudes num coletivo inteligente, que pensa a
favor do lugar em que vive. Quem sabe, um dia possamos ser alvo da mídia
em um processo inverso ao que vemos hoje, em que muitas vezes, muitas
de nossas escolas são alvos de uma mídia produzida de forma aligeirada,
pouco convidativa à reflexão, que mais contribui para diminuir a
auto-estima de alunos e professores e que decididamente não nos serve.
Texto: Jamille Galvão
Maria do Carmo Acácio
Marcelo Carvalho
Tânia Sanches
Nte marabá -PA
III Mostra de Vídeo Amador 2013 - DTEMarabá
A III Mostra de Vídeo Amador
“Marabá cem anos, mil histórias” das escolas municipais teve como
finalidade contribuir para a integração entre cultura e escola, por meio
da intensificação do uso dos recursos tecnológicos nos espaços
pedagógicos, além de aproximar a cultura local às atividades da escola,
através da valorização da mesma como fonte de conhecimento. Além de oportunizar aos educadores e
educandos a divulgação dos trabalhos desenvolvidos pelos mesmos, bem
como, o reconhecimento de seus esforços e ainda exibir mídias educativas
produzidas fora e dentro do ambiente escolar, abrindo espaço para
produções sobre o processo histórico e cultural do cotidiano marabaense,
priorizando os avanços ocorridos nesse centenário.
O Evento
(Culminância) se deu no Auditório da EMEF José Mendonça Vergolino, tendo
como abertura a cantora da terra Profª. Nilva Buljack,abrilhantando com
sua doce voz com algumas músicas de sua autoria e de outros, bem como a
execução do Hino de Marabá. Em seguida a mesa foi assim composta, com
os representantes dos departamentos que participaram e deram suas
palavras e considerações: Secretário de Educação Municipal: Sr. Luiz
Regason Bressan, representando também o Exmo. Prefeito de
Marabá; Diretora de Ensino Urbano: Profª. Maria de Fatima de Melo
Sousa; Diretor de Ensino do Campo, sendo representado pelo Prof. Edilson
Gomes; Coordenadora do DTE - Sra. Joelma Maria dos Santos Silva;
Coordenadora do NTE: Profª. Luceleia Rodrigues; Representados todos os
professores: Profª. Alda Almeida (EMEF Cel. João Anastácio de Queiroz);
Representando todos os diretores: Profª Rosa Brigida (NEI Clube de
Mães); Representando todos os alunos: Srta. Haigana Marinho de Almeida.
A escola foi vencedora da III Mostra de Vídeo Amador do Município de Marabá ENSINO FUNDAMENTAL - I SEGMENTO (1º ao 5º ano)
Dia da Juventude e do Soldado Constitucionalista - 23 de maio
|
quinta-feira, 2 de maio de 2013
07 de junho - Dia de Corpus Christi
Corpus Christi em latim significa Corpo de Cristo. Corpus Christi é uma festa tradicional da Igreja Católica, onde os fiéis celebram a presença de Cristo na Eucaristia. A eucaristia é o “reconhecimento” ou “ação de graça” em memória da morte sacrificial e ressurreição de Cristo. Esta festa é sempre realizada numa quinta-feira, seguinte ao domingo da Santíssima Trindade, que acontece no domingo após o Pentecostes.

A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento. Para os fiéis católicos é de extrema importância o comparecimento de todos na data, pois é celebrada uma Missa, na forma já estabelecida pela Conferência Episcopal. O que marca a festa de Corpus Christi é a procissão, quando ocorre a ornamentação das ruas, com tapetes feitos de vários tipos de materiais, como serragem colorida, pigmentos, cal, flores, pó de café, etc.
A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio corpo de Cristo. Durante a missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.
Em 2012, o Corpus Christi é no dia 7 de junho. Em muitas cidades brasileiras, como por exemplo, Capanema (Pará), Castelo (ES), Matão (SP), Mariana (MG) e Flores da Cunha (RS), os tapetes confeccionados com serragem são o grande destaque. Desenhos e ornamentações com as figuras de Jesus, do cálice da Ceia e demais motivos eucarísticos são manualmente elaborados pela comunidade cristã. Estas cidades fazem parte do monumento histórico nacional devido suas celebrações, e as festas são mantidas com grande rigor litúrgico pelos católicos.
A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento. Para os fiéis católicos é de extrema importância o comparecimento de todos na data, pois é celebrada uma Missa, na forma já estabelecida pela Conferência Episcopal. O que marca a festa de Corpus Christi é a procissão, quando ocorre a ornamentação das ruas, com tapetes feitos de vários tipos de materiais, como serragem colorida, pigmentos, cal, flores, pó de café, etc.
A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio corpo de Cristo. Durante a missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.
Em 2012, o Corpus Christi é no dia 7 de junho. Em muitas cidades brasileiras, como por exemplo, Capanema (Pará), Castelo (ES), Matão (SP), Mariana (MG) e Flores da Cunha (RS), os tapetes confeccionados com serragem são o grande destaque. Desenhos e ornamentações com as figuras de Jesus, do cálice da Ceia e demais motivos eucarísticos são manualmente elaborados pela comunidade cristã. Estas cidades fazem parte do monumento histórico nacional devido suas celebrações, e as festas são mantidas com grande rigor litúrgico pelos católicos.
31 DE MAIO DIA INTERNACIONAL DO COMISSÁRIO DE BORDO
As primeiras moças contratadas deveriam ser solteiras, não terem filhos, obedecer a um padrão de peso e altura, porém possuiam salários muito baixos. A idéia fez muito sucesso, pois as mulheres a bordo passavam segurança aos passageiros, já que a mulher era considerada uma figura de fragilidade, e tendo mulheres trabalhando a bordo passava a idéia aos viajantes de que o avião não era tão perigoso quanto pensavam.
Devido à Segunda Guerra Mundial, as enfermeiras foram convocadas para os campos de batalha, as companhias aéreas então começaram a colocar mulheres de nível superior a bordo, contudo sem perder o charme e a elegância, já que essa profissional representaria a empresa. A profissão popularizou-se, e perdeu o símbolo sensual que possuía, foi então que surgiu o "aeromoço", já que as funções do comissário aumentaram devido ao aumento do fluxo de passageiros, o que exigia mais do profissional.
Categorias e formação
A formação do pessoal navegante comercial era, antigamente, feita pelas próprias companhias aéreas. Hoje em dia, a formação pode ser feita em escolas independentes, que oferecem cursos certificados pelas autoridades de aviação civil (por exemplo, INAC em Portugal e ANAC no Brasil).
Os cursos de formação para comissários de bordo, normalmente, incluem matérias como segurança no voo, emergências, sobrevivência, organização, legislação e regulamentação da aviação civil, primeiros-socorros, Língua Portuguesa, Língua Inglesa e Matemática.
No Brasil, a carreira inclui as categorias de comissário auxiliar, chefe de cabine, comissário internacional, supervisor de cabine e chefe de equipe internacional.
O Comissário de Voo trabalha dentro do avião e sua função é atender os passageiros. Todos são treinados em diversas áreas como primeiros socorros, técnicas em aviação e situações de emergência.
Em 1973, comissários da Varig, representando 44 países, participaram do Concov - Congresso dos Comissários de Voo. O evento terminou no dia 31 de maio com a fundação do Ifaa - International Flight Attendants Association. Uma canadense foi eleita para presidir a associação e o posto de vice-presidente ficou para um comissário alemão. Desde então, 31 de maio foi estipulado como o Dia Internacional do Comissário de Voo. Mas a data só seria decretada oficialmente em 1986.
Hoje é uma das profissões que mais cresce no Brasil, devido a ascensão da aviação brasileira e o baixo custo de passagens aéreas.
Fontes: www.pilotocomercial.com.br e iefp.pt/formacao
19 de abril Dia do índio
19 de abril
Dia do índio nasceu em 1940 no Congresso Interamericano
Segundo fontes oficiais, o
Brasil tem hoje 206 etnias |
19 de abril de 1940 foi a data em que os delegados indígenas se reuniram pela 1ª vez em assembléia no Congresso Interamericano. Todos os países da América foram convidados a participar dessa celebração.
Reunida em Patzcuaro (México), a assembléia aprovou, entre outras propostas, o estabelecimento do Dia do Índio pelos governos dos países americanos. Este dia seria dedicado ao estudo do problema do índio atual pelas diversas instituições de ensino.
Segundo fontes oficiais, o Brasil tem hoje cerca de 560 terras indígenas e aproximadamente 460 mil índios. São 206 povos (ou etnias), concentrados, em sua maioria - 70% do total -, numa parcela da Amazônia Legal que engloba seis Estados: Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia, Mato Grosso e Pará. Além disso, a Funai (Fundação Nacional do Índio) também registra a existência de 40 povos isolados na Amazônia Ocidental.
Em densidade populacional, os seis maiores povos indígenas do Brasil são Guarani (30 mil), Ticuna (23 mil), Kaingang (20 mil), Macuxi (15 mil), Guajajara (10 mil), Yanomami (9.975).
Índice de desenvolvimento
Um estudo inédito do economista Marcelo Paixão, coordenador do Observatório Afro-Brasileiro, mostra que a população indígena brasileira apresenta um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) próximo ao da Bolívia.
O IDH é um indicador da ONU que aponta o padrão de desenvolvimento humano em cada país. Ele é calculado a partir de indicadores de escolaridade, renda e expectativa de vida. O valor encontrado varia de zero, o pior desenvolvimento humano possível, a um, o melhor. Um índice acima de 0,800 é considerado de alto desenvolvimento humano.
Para o Brasil, o índice fica em 0,790, o que coloca o país na 62ª posição do ranking de 177 países divulgado em 2004. Os índios têm IDH de 0,683, próximo da Bolívia (114º no ranking).
Outros dados da tese mostram que não é apenas no desenvolvimento humano que os indígenas têm os piores índices. A taxa de mortalidade por desnutrição na população indígena adulta é de 11,2 por 100 mil habitantes, contra a média de 4,3 da população brasileira. A proporção de indigentes também é maior: 45% da população, contra 23% da média do país.
Origem
Os povos indígenas que hoje vivem na América do Sul são originários de povos caçadores vindos da América do Norte através do istmo do Panamá. Há milhares de anos -não há consenso entre os arqueólogos sobre a antigüidade da ocupação humana na América do Sul-, os povos indígenas ocuparam virtualmente toda a extensão do continente. De lá para cá essas populações desenvolveram diferentes modos de uso e manejo dos recursos naturais e formas de organização social distintas entre si.
Tradicionalmente, as sociedades indígenas não se fixavam a um mesmo território por muito tempo. As aldeias indígenas eram organizadas, levando-se em consideração a quantidade, a qualidade e a distribuição espacial dos recursos indispensáveis ao desenvolvimento de suas comunidades.
No Brasil, desde o século 16, existem instrumentos legais que definem e propõem uma política para os índios, fundamentados na discussão da legitimidade do direito dos índios ao domínio e soberania de suas terras. Esse direito - ou não - dos índios ao território que habitam está registrado em diferentes legislações portuguesas, envolvendo Cartas Régias, Alvarás, Regimentos etc.
Política indigenista
Até 1988, a política indigenista brasileira estava centrada nas atividades voltadas à incorporação dos índios à comunhão nacional, princípio indigenista presente nas Constituições de 1934, 1946, 1967 e 1969. A Constituição de 1988 suprimiu essa diretriz, reconhecendo aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam.
Os índios também ampliaram sua cidadania, já são partes legítimas para ingressar em juízo em defesa de seus direitos e interesses. Assim, o principal objetivo da política indigenista hoje é a preservação das culturas indígenas, através da garantia de suas terras, e o desenvolvimento de atividades educacionais e sanitárias.
Entretanto, a insuficiência de recursos oficiais, a integração cada vez mais comum do índio às sociedades urbanas e os conflitos raciais e sociais dos povos brasileiros têm colocado em risco a concretização das propostas políticas e direitos indígenas garantidos por Constituição.
Reunida em Patzcuaro (México), a assembléia aprovou, entre outras propostas, o estabelecimento do Dia do Índio pelos governos dos países americanos. Este dia seria dedicado ao estudo do problema do índio atual pelas diversas instituições de ensino.
Segundo fontes oficiais, o Brasil tem hoje cerca de 560 terras indígenas e aproximadamente 460 mil índios. São 206 povos (ou etnias), concentrados, em sua maioria - 70% do total -, numa parcela da Amazônia Legal que engloba seis Estados: Amazonas, Acre, Roraima, Rondônia, Mato Grosso e Pará. Além disso, a Funai (Fundação Nacional do Índio) também registra a existência de 40 povos isolados na Amazônia Ocidental.
Em densidade populacional, os seis maiores povos indígenas do Brasil são Guarani (30 mil), Ticuna (23 mil), Kaingang (20 mil), Macuxi (15 mil), Guajajara (10 mil), Yanomami (9.975).
Índice de desenvolvimento
Um estudo inédito do economista Marcelo Paixão, coordenador do Observatório Afro-Brasileiro, mostra que a população indígena brasileira apresenta um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) próximo ao da Bolívia.
O IDH é um indicador da ONU que aponta o padrão de desenvolvimento humano em cada país. Ele é calculado a partir de indicadores de escolaridade, renda e expectativa de vida. O valor encontrado varia de zero, o pior desenvolvimento humano possível, a um, o melhor. Um índice acima de 0,800 é considerado de alto desenvolvimento humano.
Para o Brasil, o índice fica em 0,790, o que coloca o país na 62ª posição do ranking de 177 países divulgado em 2004. Os índios têm IDH de 0,683, próximo da Bolívia (114º no ranking).
Outros dados da tese mostram que não é apenas no desenvolvimento humano que os indígenas têm os piores índices. A taxa de mortalidade por desnutrição na população indígena adulta é de 11,2 por 100 mil habitantes, contra a média de 4,3 da população brasileira. A proporção de indigentes também é maior: 45% da população, contra 23% da média do país.
Origem
Os povos indígenas que hoje vivem na América do Sul são originários de povos caçadores vindos da América do Norte através do istmo do Panamá. Há milhares de anos -não há consenso entre os arqueólogos sobre a antigüidade da ocupação humana na América do Sul-, os povos indígenas ocuparam virtualmente toda a extensão do continente. De lá para cá essas populações desenvolveram diferentes modos de uso e manejo dos recursos naturais e formas de organização social distintas entre si.
Tradicionalmente, as sociedades indígenas não se fixavam a um mesmo território por muito tempo. As aldeias indígenas eram organizadas, levando-se em consideração a quantidade, a qualidade e a distribuição espacial dos recursos indispensáveis ao desenvolvimento de suas comunidades.
No Brasil, desde o século 16, existem instrumentos legais que definem e propõem uma política para os índios, fundamentados na discussão da legitimidade do direito dos índios ao domínio e soberania de suas terras. Esse direito - ou não - dos índios ao território que habitam está registrado em diferentes legislações portuguesas, envolvendo Cartas Régias, Alvarás, Regimentos etc.
Política indigenista
Até 1988, a política indigenista brasileira estava centrada nas atividades voltadas à incorporação dos índios à comunhão nacional, princípio indigenista presente nas Constituições de 1934, 1946, 1967 e 1969. A Constituição de 1988 suprimiu essa diretriz, reconhecendo aos índios sua organização social, costumes, línguas, crenças e tradições e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam.
Os índios também ampliaram sua cidadania, já são partes legítimas para ingressar em juízo em defesa de seus direitos e interesses. Assim, o principal objetivo da política indigenista hoje é a preservação das culturas indígenas, através da garantia de suas terras, e o desenvolvimento de atividades educacionais e sanitárias.
Entretanto, a insuficiência de recursos oficiais, a integração cada vez mais comum do índio às sociedades urbanas e os conflitos raciais e sociais dos povos brasileiros têm colocado em risco a concretização das propostas políticas e direitos indígenas garantidos por Constituição.
Fonte: Museu do Índio / Funai e Folha de S.Paulo
21 de abril Tiradentes
21 de abril
Tiradentes foi enforcado por lutar pela Independência do Brasil
Da Página 3 Pedagogia & Comunicação
O alferes Joaquim José, em retrato de W. Rodrigues
|
O dia 21 de abril é feriado nacional. Trata-se de uma homenagem que o Brasil presta ao sacrifício de Joaquim José da Silva Xavier, que foi enforcado e esquartejado, a 21 de abril de 1792, devido a seu envolvimento com a Inconfidência Mineira - um dos primeiros movimentos organizados pelos habitantes do território brasileiro, no sentido de conseguir a independência do país em relação a Portugal.
Vale a pena saber exatamente porque se presta essa homenagem a Tiradentes. No século 18, o Brasil era uma colônia portuguesa que gerava grandes lucros para sua metrópole, em função do ouro e dos diamantes que haviam sido descobertos na região que ficou conhecida como a das Minas Gerais. Essa região tornou-se o centro econômico e cultural do país. Nela surgiram várias cidades ricas e importantes, como Vila Rica (atual Outo Preto), São João Del Rei e Sabará.
Portugal explorava o ouro brasileiro, mas nem todas as pessoas ligadas ao garimpo pagavam os impostos que a metrópole cobrava. Também havia muito contrabando das riquezas minerais. Além disso, essas riquezas não eram infinitas e começaram a se tornar escassas. O governo português, porém, acreditava que a diminuição no volume de seus lucros com a mineração se devia ao contrabando e à sonegação dos brasileiros. Por isso, começou a aumentar os impostos e tomar medidas repressivas contra os naturais da terra.
Desse modo, os brasileiros se revoltaram e isso aconteceu quase na mesma época em que os Estados Unidos se tornaram independentes da Inglaterra. Ao mesmo tempo, na Europa, filósofos e pensadores criticavam a monarquia e o poder absoluto dos reis. Tudo isso influenciou as elites de Minas Gerais e as levou a conspirar em prol da Independência. A maioria dos conspiradores eram homens ricos e cultos como Cláudio Manuel da Costa e Tomás Antônio Gonzaga.
Pobre, somente o Tiradentes, que era um simples alferes (cargo militar semelhante ao de tenente), e que tinha esse apelido por exercer também o ofício de dentista. Entretanto, era ele quem saía às ruas, procurando conquistar a adesão do povo ao movimento. Resultado, durante o julgamento, todos os que tinham posses conseguiram escapar da pena máxima, trocando-a pela prisão ou pelo exílio.
Quanto a Tiradentes, acabou condenado à morte e ao esquartejamento, para que as partes de seu corpo ficassem expostas ao público, de modo a desencorajar outras tentativas de rebelião. Executado como um criminoso, Tiradentes se transformou no primeiro herói brasileiro, logo após a nossa Independência, em 1822.
Vale a pena saber exatamente porque se presta essa homenagem a Tiradentes. No século 18, o Brasil era uma colônia portuguesa que gerava grandes lucros para sua metrópole, em função do ouro e dos diamantes que haviam sido descobertos na região que ficou conhecida como a das Minas Gerais. Essa região tornou-se o centro econômico e cultural do país. Nela surgiram várias cidades ricas e importantes, como Vila Rica (atual Outo Preto), São João Del Rei e Sabará.
Portugal explorava o ouro brasileiro, mas nem todas as pessoas ligadas ao garimpo pagavam os impostos que a metrópole cobrava. Também havia muito contrabando das riquezas minerais. Além disso, essas riquezas não eram infinitas e começaram a se tornar escassas. O governo português, porém, acreditava que a diminuição no volume de seus lucros com a mineração se devia ao contrabando e à sonegação dos brasileiros. Por isso, começou a aumentar os impostos e tomar medidas repressivas contra os naturais da terra.
Desse modo, os brasileiros se revoltaram e isso aconteceu quase na mesma época em que os Estados Unidos se tornaram independentes da Inglaterra. Ao mesmo tempo, na Europa, filósofos e pensadores criticavam a monarquia e o poder absoluto dos reis. Tudo isso influenciou as elites de Minas Gerais e as levou a conspirar em prol da Independência. A maioria dos conspiradores eram homens ricos e cultos como Cláudio Manuel da Costa e Tomás Antônio Gonzaga.
Pobre, somente o Tiradentes, que era um simples alferes (cargo militar semelhante ao de tenente), e que tinha esse apelido por exercer também o ofício de dentista. Entretanto, era ele quem saía às ruas, procurando conquistar a adesão do povo ao movimento. Resultado, durante o julgamento, todos os que tinham posses conseguiram escapar da pena máxima, trocando-a pela prisão ou pelo exílio.
Quanto a Tiradentes, acabou condenado à morte e ao esquartejamento, para que as partes de seu corpo ficassem expostas ao público, de modo a desencorajar outras tentativas de rebelião. Executado como um criminoso, Tiradentes se transformou no primeiro herói brasileiro, logo após a nossa Independência, em 1822.
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